quarta-feira, 24 de junho de 2009

Saga do estágio errado...

Oi gente, aproveitando o último post do semestre, vou mudar um pouquinho a linha desse blog.

Hoje tratarei de um assunto que muito me está incomodando: A falta de agilidade e comunicação de empresas provedoras de estágios e, se não bastasse isso, ainda existe a má vontade de certos empregadores.

Para quem não sabe, me meti em uma enrascada ou melhor, em um estágio ruim há algumas semanas atrás e, por diversos motivos me demiti no segundo dia de contrato.

Meu contrato foi feito por meio de um conhecidíssimo centro de estágios que, ao encerrar meu curto tempo de trabalho, me dirigi para relatar o ocorrido e finalizar o termo que me prendia a empresa da qual não me adaptei. Ao ser atendida, a responsável pelo centro me disse para entrar em contato com o empregador, pois apenas o mesmo poderia fazer o desligamento do contrato. Dito e feito, no mesmo dia entrei em contato com o gerente de rh da empresa que me disse que assim que tivesse algum tempo sobrando iria efetuar o desligamento, apesar de contrariada pela forma rude que fui tratada, resolvi apenas concordar para evitar aborrecimento.

Um mês se passou e eis que surge na minha caixa de correspondência uma carta do centro de estágio dizendo que se meu contrato não fosse entregue até tal dia, meu cadastro seria bloqueado e posteriormente excluído do sistema.

Quase surtei, minha vontade era um misto de esganar o gerente infame do rh da empresa e, ao mesmo tempo, ligar e descarregar minha ira no centro de estágio, afinal as instruções que me foram passadas eu segui a risca, o problema não me desrespeitava mais, afinal, eu não tenho como me desligar, só quem pode fazer isso é a empresa contratante ou o centro de estágio, não eu!!!!

A partir daí, o tal gerente não me atende mais nem pelo telefone do escritório, nem pelo celular. O centro de estágios, após idas seguidas e tentativas frustradas de contato com a empresa, resolveu passar o meu caso para a área de desligamento e o meu cadastro continua bloqueado até essa tal área conseguir entrar em contato com o responsável do rh para ele dizer que de fato eu serei desligada. Será que tudo o que foi relatado já não bastaria?!?!

Acabei sendo prejudicada por uma falha e atraso na comunicação na central de estágio, que já poderia ter agilizado o meu desligamento e também, pelo pouco caso e má vontade do gerente de rh, que poderia ter evitado esse "papelão".

E assim continuo minha saga na busca de um novo estágio...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Como os profissionais mais jovens se adaptam ao mercado

Essa semana li no site ZAP uma matéria a respeito de como os jovens com menos de 25 anos se adaptam ao mercado de trabalho.
A matéria fala sobre a nossa geração, que se destaca pela velocidade, pela informação ostensiva, que buscam desafios constantes, produzem muito, criam muito e querem sempre fazer a diferença na empresa. Porém, deixa a dúvida se de fato estamos bem integrados ao ambiente corporativo.
As qualidades dessa geração já são bem conhecidas e já foram exaustivamente louvadas. Só que existem também ressalvas, particularmente quanto a questões comportamentais. O presidente do Instituto Via de Acesso, que seleciona jovens para estágios em empresas, Ruy Leal, diz que um dos “pecados” dessa geração é o pouco preparo para enfrentar um ‘não’.
Outra questão é o pouco interesse dos jovens em informar-se sobre o mundo corporativo, de seu funcionamento, da cultura, da hierarquia. “Eles sabem que a escola não dão essas informações, mas também, em geral, não procuram conhecer o mercado.”

Esse foi um trecho da reportagem. Acredito que essa matéria é bastante interessante para aqueles que desejam se dar bem na futura carreira, pois diz o que você não deve fazer e o que deve evitar no ambiente de trabalho. Assim sendo, vale a pena ler a reportagem na íntegra através do site www.zap.com.br

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como lidar com situações de conflito

O post de hoje foi feito com base em uma matéria que li ensinando como se lidar com situações de conflito. Essa matéria foi uma entrevista realizada com o coach sul africano Hendre Coetze, que é um profissional que trabalhou não apenas no mundo corporativo, mas também como facilitador na integração entre negros e brancos na África do Sul pós-Apartheid e ainda na mediação de conflitos étnicos na Bósnia.

Segue abaixo trechos da entrevista que foi concedida pelo profissional ao site ZAP. Para ler a entrevista completa, acesse www.zap.com.br .

Você diria que o ambiente de negócios e o de guerra são similares?
Claro. São similares no sentido de que em ambos há o desejo de se ter algo diferente do que se tem no momento presente. Ambos estão relacionados a mudanças e a realizações.
Acho que na guerra sempre há pessoas pensando que sabem o que se passa na cabeça dos outros. Elas fazem isso ao invés de reservar um tempo para analisar o real contexto. Esse tipo de comportamento aparece o tempo todo no mundo dos negócios. No geral, boa parte dos profissionais faz suposições em relação a algo e, então, toma decisões baseando-se nessa "intuição". Em vez de analisar todas as variáveis de uma situação, acaba fazendo escolhas por impulso.
Outra semelhança é que, assim como a guerra, o ambiente de trabalho também pode ser cheio de conflitos. As pessoas lidam com muitos problemas o tempo todo, por isso, o que um coach faz é aprimorar a capacidade de elas agirem sob pressão e se relacionarem com situações adversas.


Como a experiência nos conflitos se reflete hoje no seu trabalho de coach?
Eu diria que hoje sou mais determinado e que dou maior valor a vida, especialmente a minha, já que fui baleado algumas vezes enquanto estive em meio aos conflitos.
Isso pode parecer um tanto quanto paradoxal, mas a situação na Bósnia, especificamente, produziu esperança em mim, esperança de que as pessoas realmente querem e podem mudar. Trabalhando lá eu descobri a esperança escondida, mas ainda viva, nos cidadãos. Isso me fez e até hoje me faz acreditar que mudar é possível para qualquer um que esteja realmente focado e comprometido com o futuro.


Como o coach leva o profissional a descobrir o que quer?
A maioria das pessoas tem pelo menos alguma ideia do que quer ou do que precisa fazer para alcançar seus objetivos. O que ela não sabe é o que a mantém afastada dos seus alvos. Geralmente essa distância entre a pessoa e suas metas é criada por uma barreira emocional ou intelectual.
O que nós fazemos no coaching é, junto com o cliente, desenvolver de forma muita clara e objetiva estratégias para ele conseguir superar suas barreiras. Para isso, nós trabalhamos com datas. Ou seja, para que o profissional produza e obtenha resultados nós propomos prazos muito específicos, perguntando, por exemplo, o que ele gostaria de realizar nos próximos nove dias.
Além disso, fazemos os seguintes questionamentos: o que você pode fazer de diferente no seu dia a dia com o objetivo de produzir o resultado desejado? Quais comportamentos você está tendo hoje que não estão ajudando a chegar onde pretende? Nós colocamos essas perguntas não na posição de juizes ou no sentido de determinar "isso é certo" ou "isso é errado", e sim com a finalidade de apontar o que a pessoas está fazendo e está funcionando, e o que ela está fazendo, mas não está funcionando.


Então o coach acaba interferindo na vida pessoal do cliente?
As questões levantadas pelo coach são na maioria das vezes pessoais, no entanto são colocadas sempre que há permissão. Toda a atividade de coaching acontece baseada na permissão que o cliente dá de entrar nos aspectos mais íntimos de sua vida.
Como coachs nós não damos conselhos. Não dizemos para as pessoas "isso é o que eu acho que você deveria fazer", e sim oferecemos opções para elas escolherem a melhor forma de alcançar seu futuro. Na posição de coach eu ouço os planos do cliente, analiso suas propostas e, juntamente com ele, vejo todas as variáveis dos projetos apresentados, além de pensar em outras maneiras para se atingir o objetivo desse profissional. Nós oferecemos opções para a pessoa e damos suporte às decisões que ela toma.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Boas maneiras no ambiente de trabalho

Hoje em dia, apesar de muito individualista, o ser humano vive em sociedade, assim sendo, mesmo que seja uma tarefa muito complexa, temos que praticar as boas maneiras para uma convivência pacifica e harmônica.

Como já foi dito nesse blog, sem respeito as regras sociais e empresariais, não há marketing social que resista à falta de educação.

Existem princípios básicos de boa educação que podem abrir portas e facilitar contatos para todos os profissionais, independentemente do cargo ou profissão:

Pontualidade - sinônimo de responsabilidade e respeito aos demais. Ser pontual é terminar uma jornada de trabalho com o dever e tarefas cumpridos.

Saber ouvir - ouvir é um dom que nem todos possuem. Quem ouve sempre sai lucrando. Ouça mais e fale menos.

Evitar fofocas e picuinhas - essas são atitudes de pessoas desocupadas e infelizes na vida pessoal e profissional. Contaminam o ambiente e devem ser abolidas.

Forma de tratamento - seja atencioso, cordial e gentil. Evite, no trato habitual, expressões ou modismos como: "meu bem", "querida", "meu amor", "minha flor", "gata" ou "gato".

Organização - saiba organizar uma reunião, apresentação ou entrevista, preparando sempre, com antecedência, uma pauta.

Cumprimentos - cumprimente todas as pessoas que encontrar, na chegada e na saída. "Por favor", "Com licença", "Obrigado(a)" e "Desculpe-me" são frases mágicas que, usadas com freqüência e ditas com cordialidade, abrem as portas de qualquer organização.

Acredite que boas palavras ajudam a criar um clima agradável e tornam o ser humano mais acessível e cordial.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Lidando com o chefe...

Depois de passar por todo aquele processo seletivo, com entrevistas, dinâmicas, etc., e no final de todo o sofrimento o emprego/estágio finalmente é seu, chegou a hora de conhecer e lidar com os superiores.

Navegando na Internet, sem querer entrei no site do Universia e encontrei um texto bem bacana intitulado “Saiba o que pode levar tudo a perder com o chefe”...

Bom, acredito que só o título já diz tudo, né? Mas o texto fala que a relação com os seus superiores merece uma atenção especial, ou seja, os novos projetos, os objetivos devem sempre ser tratados com prioridade. Existem barreiras que devem ser respeitados para que atitudes e/ou brincadeiras não ultrapassem os limites entre chefe e funcionário.

Assim sendo, o site ouviu profissionais experientes no assunto e esses listaram os principais erros a serem evitados:

1. Mentir
2. Deixar de emitir opinião
3. Esquecer dos limites
4. Não cumprir prazos
5. Aceitar tudo sem questionar
6. Ser pessimista
7. Faltar e não avisar
8. Desrespeitar a hierarquia
9. Ser impulsivo
10. Querer subir rápido de cargo

Leia a matéria completa no site: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=16193

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Marketing Pessoal

Hoje, na sociedade da informação, cada gesto pode ser entendido como uma mensagem, assim sendo, não é seguro achar que as pessoas vão “captar sua essência além das aparências”.Sem julgamentos a respeito desse fato, falemos apenas do ambiente de trabalho, no qual as aparências contam e muito, pelo menos para ajudar a comunicar visualmente o que você é. Por isso, pense na imagem que você quer passar e comece a planejar o seu marketing pessoal agora mesmo.

O Marketing Pessoal abrange desde o estilo de se vestir, o jeito de falar, a maneira como você trata as pessoas, e até mesmo aquelas pequenas ações, como dar um telefonema ou enviar um cartão só para ser lembrado por alguém. Só existe um segredo: a naturalidade. Forçar situações, tentando ser o que você não é, não dá. Lembre-se que seu objetivo é ser notado e não "só aparecer". Ser notado é ser gentil, quem quer aparecer é visto como “puxa saco”. Você não precisa espalhar para todo mundo que estudou na “melhor” universidade, e sim comunicar essa informação da melhor maneira em seu currículo. Sentiu a diferença que separa esses dois conceitos?

É claro que não existem receitas para o melhor marketing pessoal, mesmo porque cada pessoa é tem suas características. Mas podemos citar um ingrediente comum: ser você mesmo! Reveja suas qualidades e com certeza você vai encontrar a melhor forma de mostrá-las.

sábado, 18 de abril de 2009

Antes de você se tornar um estagiário, existem algumas etapas para passar e uma delas é a entrevista que provavelmente será a mais importante das etapas.


Para que tudo corra bem nessa missão existem algumas dicas que seriam interessantes serem seguidas:

  • A entrevista começa no momento em que você entra na sala onde será entrevistado e não quando alguém começa a falar com você, então, desde o primeiro momento em que você entrar no prédio onde será a entrevista, seja sério. Poucos risos, gargalhadas nem pensar;

  • Mostre que você é decidido e é você que o recrutador quer. Mantenha sempre a cabeça erguida e o andar firme, eu disse andar firme e não marchar como um soldado;

  • Não minta e nem invente histórias. Não adianta você inventar um personagem que, na melhor das hipóteses, irá durar a entrevista toda, pois mesmo durante seu tempo de estágio você terá que manter a mesma história e fazer isso por seis meses é impossível;
  • Se tiver uma atividade em grupo, onde todos estão sendo avaliados, saiba ouvir a todos, mas seja o líder. Não adianta mandar, se você não sabe como mandar e nem ouvir outras idéias. Ser líder não é impor, mas decidir o melhor com o conhecimento de todos.
  • Sempre que lhe for perguntado algo, responda direto, sem dar muitas voltas, mas cuidado para não parecer uma resposta ansiosa, como se você quisesse somente se livrar daquilo;
    Outro ponto para suas respostas é sempre olhar no olho daquele que lhe perguntou. Isso passa confiança e segurança. NUNCA desvie os olhos para o chão. Isso mostra fuga e não é o que o empregador quer;
  • Quando estiver em grupo, evite ser o primeiro a responder as perguntas que são feitas, assim sendo, você parecerá ansioso. Evite também ser o último para que não pareça que está com medo. Se ninguém se prontificar a ser o primeiro, seja o primeiro, é uma forma de mostrar que está seguro do que está dizendo.

No mais, seja você mesmo e mostre porque o empregador deve escolher você. Deixe claro suas competências e o quanto o desafio é satisfatório. Fora isso, mostre boa aparência, lembrando sempre que a roupa que você usa é a importância que está dando para o evento, por isso, evite ao máximo as roupas despojadas.

Boa sorte!!!