Oi gente, aproveitando o último post do semestre, vou mudar um pouquinho a linha desse blog.
Hoje tratarei de um assunto que muito me está incomodando: A falta de agilidade e comunicação de empresas provedoras de estágios e, se não bastasse isso, ainda existe a má vontade de certos empregadores.
Para quem não sabe, me meti em uma enrascada ou melhor, em um estágio ruim há algumas semanas atrás e, por diversos motivos me demiti no segundo dia de contrato.
Meu contrato foi feito por meio de um conhecidíssimo centro de estágios que, ao encerrar meu curto tempo de trabalho, me dirigi para relatar o ocorrido e finalizar o termo que me prendia a empresa da qual não me adaptei. Ao ser atendida, a responsável pelo centro me disse para entrar em contato com o empregador, pois apenas o mesmo poderia fazer o desligamento do contrato. Dito e feito, no mesmo dia entrei em contato com o gerente de rh da empresa que me disse que assim que tivesse algum tempo sobrando iria efetuar o desligamento, apesar de contrariada pela forma rude que fui tratada, resolvi apenas concordar para evitar aborrecimento.
Um mês se passou e eis que surge na minha caixa de correspondência uma carta do centro de estágio dizendo que se meu contrato não fosse entregue até tal dia, meu cadastro seria bloqueado e posteriormente excluído do sistema.
Quase surtei, minha vontade era um misto de esganar o gerente infame do rh da empresa e, ao mesmo tempo, ligar e descarregar minha ira no centro de estágio, afinal as instruções que me foram passadas eu segui a risca, o problema não me desrespeitava mais, afinal, eu não tenho como me desligar, só quem pode fazer isso é a empresa contratante ou o centro de estágio, não eu!!!!
A partir daí, o tal gerente não me atende mais nem pelo telefone do escritório, nem pelo celular. O centro de estágios, após idas seguidas e tentativas frustradas de contato com a empresa, resolveu passar o meu caso para a área de desligamento e o meu cadastro continua bloqueado até essa tal área conseguir entrar em contato com o responsável do rh para ele dizer que de fato eu serei desligada. Será que tudo o que foi relatado já não bastaria?!?!
Acabei sendo prejudicada por uma falha e atraso na comunicação na central de estágio, que já poderia ter agilizado o meu desligamento e também, pelo pouco caso e má vontade do gerente de rh, que poderia ter evitado esse "papelão".
E assim continuo minha saga na busca de um novo estágio...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Como os profissionais mais jovens se adaptam ao mercado
Essa semana li no site ZAP uma matéria a respeito de como os jovens com menos de 25 anos se adaptam ao mercado de trabalho.
A matéria fala sobre a nossa geração, que se destaca pela velocidade, pela informação ostensiva, que buscam desafios constantes, produzem muito, criam muito e querem sempre fazer a diferença na empresa. Porém, deixa a dúvida se de fato estamos bem integrados ao ambiente corporativo.
As qualidades dessa geração já são bem conhecidas e já foram exaustivamente louvadas. Só que existem também ressalvas, particularmente quanto a questões comportamentais. O presidente do Instituto Via de Acesso, que seleciona jovens para estágios em empresas, Ruy Leal, diz que um dos “pecados” dessa geração é o pouco preparo para enfrentar um ‘não’.
Outra questão é o pouco interesse dos jovens em informar-se sobre o mundo corporativo, de seu funcionamento, da cultura, da hierarquia. “Eles sabem que a escola não dão essas informações, mas também, em geral, não procuram conhecer o mercado.”
Esse foi um trecho da reportagem. Acredito que essa matéria é bastante interessante para aqueles que desejam se dar bem na futura carreira, pois diz o que você não deve fazer e o que deve evitar no ambiente de trabalho. Assim sendo, vale a pena ler a reportagem na íntegra através do site www.zap.com.br
A matéria fala sobre a nossa geração, que se destaca pela velocidade, pela informação ostensiva, que buscam desafios constantes, produzem muito, criam muito e querem sempre fazer a diferença na empresa. Porém, deixa a dúvida se de fato estamos bem integrados ao ambiente corporativo.
As qualidades dessa geração já são bem conhecidas e já foram exaustivamente louvadas. Só que existem também ressalvas, particularmente quanto a questões comportamentais. O presidente do Instituto Via de Acesso, que seleciona jovens para estágios em empresas, Ruy Leal, diz que um dos “pecados” dessa geração é o pouco preparo para enfrentar um ‘não’.
Outra questão é o pouco interesse dos jovens em informar-se sobre o mundo corporativo, de seu funcionamento, da cultura, da hierarquia. “Eles sabem que a escola não dão essas informações, mas também, em geral, não procuram conhecer o mercado.”
Esse foi um trecho da reportagem. Acredito que essa matéria é bastante interessante para aqueles que desejam se dar bem na futura carreira, pois diz o que você não deve fazer e o que deve evitar no ambiente de trabalho. Assim sendo, vale a pena ler a reportagem na íntegra através do site www.zap.com.br
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Como lidar com situações de conflito
O post de hoje foi feito com base em uma matéria que li ensinando como se lidar com situações de conflito. Essa matéria foi uma entrevista realizada com o coach sul africano Hendre Coetze, que é um profissional que trabalhou não apenas no mundo corporativo, mas também como facilitador na integração entre negros e brancos na África do Sul pós-Apartheid e ainda na mediação de conflitos étnicos na Bósnia.
Segue abaixo trechos da entrevista que foi concedida pelo profissional ao site ZAP. Para ler a entrevista completa, acesse www.zap.com.br .
Você diria que o ambiente de negócios e o de guerra são similares?
Claro. São similares no sentido de que em ambos há o desejo de se ter algo diferente do que se tem no momento presente. Ambos estão relacionados a mudanças e a realizações.
Acho que na guerra sempre há pessoas pensando que sabem o que se passa na cabeça dos outros. Elas fazem isso ao invés de reservar um tempo para analisar o real contexto. Esse tipo de comportamento aparece o tempo todo no mundo dos negócios. No geral, boa parte dos profissionais faz suposições em relação a algo e, então, toma decisões baseando-se nessa "intuição". Em vez de analisar todas as variáveis de uma situação, acaba fazendo escolhas por impulso.
Outra semelhança é que, assim como a guerra, o ambiente de trabalho também pode ser cheio de conflitos. As pessoas lidam com muitos problemas o tempo todo, por isso, o que um coach faz é aprimorar a capacidade de elas agirem sob pressão e se relacionarem com situações adversas.
Como a experiência nos conflitos se reflete hoje no seu trabalho de coach?
Eu diria que hoje sou mais determinado e que dou maior valor a vida, especialmente a minha, já que fui baleado algumas vezes enquanto estive em meio aos conflitos.
Isso pode parecer um tanto quanto paradoxal, mas a situação na Bósnia, especificamente, produziu esperança em mim, esperança de que as pessoas realmente querem e podem mudar. Trabalhando lá eu descobri a esperança escondida, mas ainda viva, nos cidadãos. Isso me fez e até hoje me faz acreditar que mudar é possível para qualquer um que esteja realmente focado e comprometido com o futuro.
Como o coach leva o profissional a descobrir o que quer?
A maioria das pessoas tem pelo menos alguma ideia do que quer ou do que precisa fazer para alcançar seus objetivos. O que ela não sabe é o que a mantém afastada dos seus alvos. Geralmente essa distância entre a pessoa e suas metas é criada por uma barreira emocional ou intelectual.
O que nós fazemos no coaching é, junto com o cliente, desenvolver de forma muita clara e objetiva estratégias para ele conseguir superar suas barreiras. Para isso, nós trabalhamos com datas. Ou seja, para que o profissional produza e obtenha resultados nós propomos prazos muito específicos, perguntando, por exemplo, o que ele gostaria de realizar nos próximos nove dias.
Além disso, fazemos os seguintes questionamentos: o que você pode fazer de diferente no seu dia a dia com o objetivo de produzir o resultado desejado? Quais comportamentos você está tendo hoje que não estão ajudando a chegar onde pretende? Nós colocamos essas perguntas não na posição de juizes ou no sentido de determinar "isso é certo" ou "isso é errado", e sim com a finalidade de apontar o que a pessoas está fazendo e está funcionando, e o que ela está fazendo, mas não está funcionando.
Então o coach acaba interferindo na vida pessoal do cliente?
As questões levantadas pelo coach são na maioria das vezes pessoais, no entanto são colocadas sempre que há permissão. Toda a atividade de coaching acontece baseada na permissão que o cliente dá de entrar nos aspectos mais íntimos de sua vida.
Como coachs nós não damos conselhos. Não dizemos para as pessoas "isso é o que eu acho que você deveria fazer", e sim oferecemos opções para elas escolherem a melhor forma de alcançar seu futuro. Na posição de coach eu ouço os planos do cliente, analiso suas propostas e, juntamente com ele, vejo todas as variáveis dos projetos apresentados, além de pensar em outras maneiras para se atingir o objetivo desse profissional. Nós oferecemos opções para a pessoa e damos suporte às decisões que ela toma.
Segue abaixo trechos da entrevista que foi concedida pelo profissional ao site ZAP. Para ler a entrevista completa, acesse www.zap.com.br .
Você diria que o ambiente de negócios e o de guerra são similares?
Claro. São similares no sentido de que em ambos há o desejo de se ter algo diferente do que se tem no momento presente. Ambos estão relacionados a mudanças e a realizações.
Acho que na guerra sempre há pessoas pensando que sabem o que se passa na cabeça dos outros. Elas fazem isso ao invés de reservar um tempo para analisar o real contexto. Esse tipo de comportamento aparece o tempo todo no mundo dos negócios. No geral, boa parte dos profissionais faz suposições em relação a algo e, então, toma decisões baseando-se nessa "intuição". Em vez de analisar todas as variáveis de uma situação, acaba fazendo escolhas por impulso.
Outra semelhança é que, assim como a guerra, o ambiente de trabalho também pode ser cheio de conflitos. As pessoas lidam com muitos problemas o tempo todo, por isso, o que um coach faz é aprimorar a capacidade de elas agirem sob pressão e se relacionarem com situações adversas.
Como a experiência nos conflitos se reflete hoje no seu trabalho de coach?
Eu diria que hoje sou mais determinado e que dou maior valor a vida, especialmente a minha, já que fui baleado algumas vezes enquanto estive em meio aos conflitos.
Isso pode parecer um tanto quanto paradoxal, mas a situação na Bósnia, especificamente, produziu esperança em mim, esperança de que as pessoas realmente querem e podem mudar. Trabalhando lá eu descobri a esperança escondida, mas ainda viva, nos cidadãos. Isso me fez e até hoje me faz acreditar que mudar é possível para qualquer um que esteja realmente focado e comprometido com o futuro.
Como o coach leva o profissional a descobrir o que quer?
A maioria das pessoas tem pelo menos alguma ideia do que quer ou do que precisa fazer para alcançar seus objetivos. O que ela não sabe é o que a mantém afastada dos seus alvos. Geralmente essa distância entre a pessoa e suas metas é criada por uma barreira emocional ou intelectual.
O que nós fazemos no coaching é, junto com o cliente, desenvolver de forma muita clara e objetiva estratégias para ele conseguir superar suas barreiras. Para isso, nós trabalhamos com datas. Ou seja, para que o profissional produza e obtenha resultados nós propomos prazos muito específicos, perguntando, por exemplo, o que ele gostaria de realizar nos próximos nove dias.
Além disso, fazemos os seguintes questionamentos: o que você pode fazer de diferente no seu dia a dia com o objetivo de produzir o resultado desejado? Quais comportamentos você está tendo hoje que não estão ajudando a chegar onde pretende? Nós colocamos essas perguntas não na posição de juizes ou no sentido de determinar "isso é certo" ou "isso é errado", e sim com a finalidade de apontar o que a pessoas está fazendo e está funcionando, e o que ela está fazendo, mas não está funcionando.
Então o coach acaba interferindo na vida pessoal do cliente?
As questões levantadas pelo coach são na maioria das vezes pessoais, no entanto são colocadas sempre que há permissão. Toda a atividade de coaching acontece baseada na permissão que o cliente dá de entrar nos aspectos mais íntimos de sua vida.
Como coachs nós não damos conselhos. Não dizemos para as pessoas "isso é o que eu acho que você deveria fazer", e sim oferecemos opções para elas escolherem a melhor forma de alcançar seu futuro. Na posição de coach eu ouço os planos do cliente, analiso suas propostas e, juntamente com ele, vejo todas as variáveis dos projetos apresentados, além de pensar em outras maneiras para se atingir o objetivo desse profissional. Nós oferecemos opções para a pessoa e damos suporte às decisões que ela toma.
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